Ir José Nicolau Vieira, MO

 

A mais de 120 anos, Pe Teófilo Reyn, um jovem padre belga estava muito impressionado com a situação desumana na qual viviam os trabalhadores. Muito motivado pela Encíclica Rerum Novarum, escrita pelo Papa Leão XIII, ele reúne mais seis companheiros, que também estavam animados a doar a sua vida pela evangelização e humanização do mundo do trabalho.

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Hoje, 121 anos depois, nossa pequena família está presente em três países: na República Democrática do Congo, desde 1947 e, no Brasil, desde novembro de 1963.

Apesar de nunca termos sido numerosos, somos uma Congregação que se sente muito feliz de poder participar no anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Buscamos uma sociedade mais justa e fraterna. Atualmente, com o Papa Francisco, podemos afirmar: “A desigualdade é a raiz dos males sociais” (Cf. EG nº 202). É por isso que queremos, como Padres do Trabalho, continuar afirmando a necessidade da:

JUSTIÇA nas relações humanas: respeito aos direitos e deveres sociais, em especial no mundo do trabalho. Sem Justiça, a Caridade pode tornar-se assistencialista, para cobrir injustiças.

CARIDADE: sem amor a Justiça pode tornar-se fria, calculista, legalista, excludente e cruel. “O Amor não se alegra com a injustiça; tudo espera, tudo suporta”                                     (ICor 13, 6-7). E ainda: “Mantende entre vós uma intensa Caridade, porque Amor cobre uma multidão de pecados”  (I Pd 4, 8)

Além disso, o espírito dos Padres do Trabalho, sob a proteção da Sagrada Família, implica uma rede de colaboração entre os co-irmãos e todos os homens e mulheres de boa vontade, no respeito das liberdades de cada um; cada um de nós deve se sentir responsável, de coração, pelo destino de cada um dos jovens trabalhadores que encontramos.

Trabalhar no sentido de ajudar a realizar a pessoa humana do jovem trabalhador é uma missão extraordinária. Não se esqueçam de rezar pelas vocações, para que jovens, desinteressadamente, acolham o chamado de Deus para consagrar toda a sua vida a Deus, por meio da Vida Religiosa e presbiteral. Nós somos muito felizes de podermos realizar esta nobre tarefa juntos, lembrando-nos destas palavras do Cristo: “Tudo o que vocês tiverem feito por um pequenino, em meu nome, foi a mim que vocês o fizeram” (Mt 18,5).

 

Pe. Lambert Noben, MO

A Paz é fruto da Justiça: Feliz Ano Novo!

Com a vinda da primavera, admiramos sempre de novo o mesmo fenômeno: a natureza que se renova. Grama que parecia morta brota de novo, árvores secas redescobrem nova vida. A natureza não desiste e não se deixa desanimar; planícies que foram queimadas se cobram de verde, terras que estavam inundadas começam a florir de novo. A vida não se deixa matar fácil, sempre de novo ela tenta readquirir seus direitos. Ela tem dentro de se uma criatividade, uma energia secreta, que procura sempre vencer a morte, a destruição, o aniquilamento. Não sabemos bem definir o que é a vida, mas sempre de novo ela nos surpreende com sua vontade incansável de vencer a morte: a “não-vida”.

Isso deveria nos fazer pensar um pouco: só nós, seres ditos racionais, temos a vontade de matar, de exterminar a vida dos outros, de prejudicar e diminuir ou até acabar com a nossa própria vida. Nós, que temos tantos meios para aumentar, melhorar, conservar a vida, e até conduzí-la a patamares superiores de vida afetiva, espiritual, emocional… muitas vezes não valorizamos a vida que temos e não buscamos a vida que poderíamos ter. Matamos com a maior facilidade, e destruímos nossa saúde e nossa vida familiar como se fossem banalidades.

Um novo ano nos foi dado, não para que continuemos como sempre foi, não para que seja apenas um recomeçar, mas sim para que seja uma nova oportunidade para darmos um passo qualitativo em nossa vida pessoal, familiar e comunitária.  Deus é a Vida e nos dá a oportunidade para não repetir os mesmos erros, para não continuar a mesma rotina, para melhorar aquilo que já é bom e evitar aquilo que não presta. Assim como uma árvore cada ano cresce mais um pouco e tem como limite do seu crescimento o firmamento, assim nós também devemos crescer mais um pouquinho, já que o limite de nosso crescimento é o infinito de Deus, “Sejam perfeitos como vosso Pai celestial é  perfeito”. Enquanto não chegamos lá, não temos motivo para parar em nosso crescimento. Assim como um atleta procura sempre superar seus limites e atingir novas conquistas, nós também não podemos nos acomodar na mediocridade.

Você pode aprender a ser mais manso, mais carinhoso, mais aberto ao outro, com mais paciência e mais diálogo. Você pode ter mais fé em Deus e na vida, mais coragem para lutar e vencer os obstáculos. A vida é uma conquista de cada dia, de cada hora, porque a vida tem que vencer, tem que triunfar, tem que superar a morte a cada instante até desabrochar na vida total e plena em Deus. Não deixa a vida levar você, é você que deve assumi-la e dar-lhe a sua plena dimensão, a totalidade de suas potencialidades. Você não sabe o que o novo ano vai lhe trazer, mas é você que vai decidir o que vai fazer daquilo que a vida e o ano novo lhe oferecerá; ou você deixa a vida vencer você e até derrotar você, ou você fará de tudo uma escada para crescer e subir. Boa Sorte.

 

Papa Francisco: Missionário dos Operários? Padre fraciscotravailleurdo Trabalho?

Como sempre, o Papa rompe protocolos para se aproximar das pessoas

© OSSERVATORE ROMANO / AFP
Pela primeira vez na história, um papa se reunirá com todos os funcionários do Vaticano, acompanhados pelas suas famílias, por ocasião do Natal.No maior auditório da Santa Sé, o Papa Francisco dirigirá uma reflexão de fim de ano (adicional à que o bispo de Roma tradicionalmente oferece aos seus colaboradores mais próximos da cúria).Este é um novo gesto de proximidade, forte candidato a se tornar uma nova tradição. Francisco decidiu incluir esta audiência em sua agenda, mesmo que ela não tenha sido contemplada pelos seus antecessores e tampouco tenha sido realizada no primeiro ano do seu pontificado.Segundo confirmou a Sala de Imprensa da Santa Sé, o encontro acontecerá na Sala Paulo VI do Vaticano, no dia 22 de dezembro, ao meio-dia de Roma.Em uma entrevista publicada esta semana pelo jornal argentino La Nación, o Pontífice se referiu a esta audiência: “Estou preparando a alocução de Natal para os membros da cúria, mas vou ter duas saudações natalinas, uma com os prelados da cúria e outra com toda a equipe do Vaticano, com todos os funcionários e suas famílias, na Sala Paulo VI, porque eles também levam as coisas adiante”.A mensagem natalina do Papa é tradicionalmente considerada um dos discursos mais importantes do ano e, até agora, os bispos de Roma a reservavam apenas a um encontro com seus principais colaboradores da cúria romana, cardeais e bispos.

Pe Luiz Antônio da Silva, MO

Superior Delegado dos MO’s

Naquele dia 08 de dezembro 2014 o anjo do Senhor foi enviado a alguns leigos da Paróquia Cristo Salvador e disse: “Alegra-te, cheia e cheio graça, o Senhor é contigo! Não tenhas medo! O Espírito virá sobre ti, e o poder do Altíssimo te cobrirá com sua sombra!”

Dentro desse Espírito do Advento do Senhor, celebrando o Natal de Jesus neste dia da Imaculada Conceição de Maria queremos saudar a todos vocês leigos e leigas que estão renovando as Promessas ou fazendo pela primeira vez este compromisso na Congregação dos Missionários dos Operários neste ano que estamos celebrando os 120 anos de existência e nos preparando para o Capítulo Geral que vai acontecer em Julho de 2015 na Bélgica. Tudo começou com o Pe. Teófilo Reyn e seus companheiros em 1894 inspirados pela Encíclica do Papa Leão XIII RerumNovarum (Das coisas novas), abordando as questões sociais. Nossa palavra é de encorajamento, como o Evangelho: NÃO TENHAS MEDO DA ALEGRIA E DA INSPIRAÇÃO, PORQUE O SENHOR VOS ESCOLHEU E O ESPÍRITO ESTÁ SOBRE VOCÊS. Destacando o nosso Carisma de estar ao lado dos trabalhadores e o lema Justiça e Caridade, acreditamos que vocês podem nos ajudar concretamente a atingir esta meta através da família, trabalho e Igreja-Paróquia evangelizando e humanizando os ambientes que vocês vivem e trabalham. Conscientes do nosso batismo e assumindo este Carisma podemos fazer a diferença especialmente com a nossa presença-qualitativa. Estamos aqui celebrando e rezando este compromisso, olhando para o SIM-EXEMPLO de Maria, que disse: “Eis aqui a Serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra”. Desde o final do ano passado, em dezembro, e este ano – tivemos a presença do Pe. Jan (Superior Geral dos Missionários dos Operários), que nos animou muito aqui no Brasil, onde estamos num processo profundo de reflexão e queremos contar com vocês, junto com nosso Ir. Nicolau e novos formandos que vão entrar no próximo ano para fortalecer o nosso Carisma e Espiritualidade, continuando a Servir a Deus no mundo do trabalho. Que a encarnação de Deus nos torne mais firmes, perseverantes e fiéis a este compromisso e a esta missão que aconteceu e acontece na Família de Nazaré. E louvamos e bendizemos a Deus por cada um de vocês que tomaram esta decisão de seguir a Cristo e colaborar conosco nesse empreendimento e missão como Missionários dos Operários Leigos na Congregação dos Missionários dos Operários. Deus abençoe a cada um e cada uma neste discernimento e ação no momento presente. ASSIM SEJA.

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Pe Luiz Antônio (primeiro agachado, da direita para a esquerda) é Superior Delegado dos Missionários dos Operários, Pároco de Cristo Salvador, Capelão da PUC Contagem e do Hospital Mun. de Contagem. Amor e dedicação integral pelos trabalhadores e pela formação de novos MO, na qual atua e apoia integralmente.

Sagrada Família, protegei-nos!

Pe. Paulo Edson Moreira, MO.

1. Qual é a visão que a sua religião tem sobre o Natal?

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Paulo Edson Moreira, MO – na ternura e na proximidade, a serviço do Povo de Deus que se fez “pequeno”, no Natal.

Para os cristãos-católicos o Natal é a festa da Humanidade de Deus. É Deus nos vindo na fragilidade de uma criança, assemelhando-se a nós em tudo, exceto no pecado. E o mais marcante é que, o “lugar dos pobres” é o lugar do nascimento do Menino-Deus. Ele emerge da simplicidade, do despojamento total, deprovido de todas as “seguranças humanas”. Esse cenário se torna o pano de fundo de toda a Mensagem do Natal.

2. Qual a importância da data para sua religião?

A importância dessa data para nós cristãos-católicos é nela ver a oportunidade que temos de deixar Jesus renascer no nosso coração. As quatro semanas do Advento nos preparam para que o nosso coração se torne efetivamente a manjedoura, onde Jesus irá renascer. Momento que nos inspira fraternidade, proximidade de Deus e dos irmãos, estreitamento de relações: na família, na comunidade de fé, na relação de trabalho, na sociedade…

3. Há algum rito específico para celebrar o Natal?

A Celebração do Natal transcende o próprio rito. Se dá num clima de Júbilo, de alegria festiva pela chegada do Deus-Menino. Em nossa Comunidade Paroquial experimentamos com Jesus, apesar de todas as limitações, a alegria de experimentar comunitariamente o que significa com Jesus, nascer de novo. Momento de muita paz e convivência fraterna.

4. Considerações.

Meu maior desejo e creio de todos que vivem esse clima natalino conosco aqui na Paróquia de Nossa Senhora de Lourdes, é que esse nos seja de fato um momento animador, tomado de uma paz, onde tudo possa acontecer do jeito que Deus quer.
Contemplando nos braços de Maria, Jesus o Filho de Deus, que se identifica com os pequenos e pobres, há de crescer em nós a força e a alegria do amor. E como seria bom que a tradição de dar e receber presentes na noite de Natal, se transformasse na iniciativa diferente de atender em primeiro lugar os mais necessitados.Teríamos certamente um Natal feliz, porque fazendo os outros mais felizes.
O meu desejo de um Feliz e Abençoado Natal a todos e que na alegria do nascimento do Menino Deus, possamos prosseguir na construção do Reino que nos proporciona viver na certeza de que, em Jesus, nos tornamos também filhos amados e queridos de Deus.

 

 

 

Papa Francisco

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O entao Cardeal de Buenos Aires, Mario Bergoglio, acompanha de perto a pastoral de rua.

A humanidade vive, neste momento, uma viragem histórica, que podemos constatar nos progressos que se verificam em vários campos. São louváveis os sucessos que contribuem para o bem-estar das pessoas, por exemplo, no âmbito da saúde, da educação e da comunicação. Todavia não podemos esquecer que a maior parte dos homens e mulheres do nosso tempo vive o seu dia a dia precariamente, com funestas consequências. Aumentam algumas doenças. O medo e o desespero apoderam-se do coração de inúmeras pessoas, mesmo nos chamados países ricos. A alegria de viver frequentemente se desvanece; crescem a falta de respeito e a violência, a desigualdade social torna-se cada vez mais patente. É preciso lutar para viver, e muitas vezes viver com pouca dignidade. Esta mudança de época foi causada pelos enormes saltos qualitativos, quantitativos, velozes e acumulados que se verificam no progresso científico, nas inovações tecnológicas e nas suas rápidas aplicações em diversos âmbitos da natureza e da vida. Estamos na era do conhecimento e da informação, fonte de novas formas dum poder muitas vezes anônimo. EG 52.

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Tudo o que voces fizeram por um desses pequeninos… foi a mim que voces o fizeram…

Papa Francisco

Assim como o mandamento «não matar» põe um limite claro para
assegurar o valor da vida humana, assim também hoje devemos dizer «não a
uma economia da exclusão e da desigualdade social». Esta economia mata. Não
é possível que a morte por enregelamento dum idoso sem abrigo não seja
notícia, enquanto o é a descida de dois pontos na Bolsa. Isto é exclusão. Não se
pode tolerar mais o facto de se lançar comida no lixo, quando há pessoas que – 30 –
passam fome. Isto é desigualdade social. Hoje, tudo entra no jogo da
competitividade e da lei do mais forte, onde o poderoso engole o mais fraco. Em
consequência desta situação, grandes massas da população veem-se excluídas e
marginalizadas: sem trabalho, sem perspetivas, num beco sem saída. O ser
humano é considerado, em si mesmo, como um bem de consumo que se pode
usar e depois lançar fora. Assim teve início a cultura do «descartável», que aliás
chega a ser promovida. Já não se trata simplesmente do fenómeno de exploração
e opressão, mas de uma realidade nova: com a exclusão, fere-se, na própria raiz,
a pertença à sociedade onde se vive, pois quem vive nas favelas, na periferia ou
sem poder já não está nela, mas fora. Os excluídos não são «explorados», mas
resíduos, «sobras». EVANGELII GAUDIUM, 53.

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Órfãos vítimas dos conflitos palestinos.

Pe. Lambert Noben, MO

Estamos no tempo bendito do Advento preparando-nos para um Natal feliz e cheio de paz. No meio de tanta violência, guerras, fome, ódio, miséria… não deixamos de sonhar com uma paz duradoura e completa… só que apenas sonhar não basta: a paz deve nascer em nosso coração e espalhar-se ao nosso redor. Somos nós, juntos, que devemos conquistar e construir esta paz. Boas intenções não bastam, são ineficientes e ineficazes.

Por isso, João Batista nos convida à conversão, a endireitar os caminhos de nosso coração, tirando toda falsidade, egoísmo, mentira, orgulho, agressividade e vingança, para cultivar a mansidão, a bondade e a ternura, o perdão e a misericórdia. Esta é a grande mensagem que Deus nos dá no Natal. Ele, no antigo testamento, como também em quase todas as regiões e religiões da terra é apresentado como um deus terrível, violento, justiceiro e castigador, um deus que mata crianças inocentes e faz acontecer desgraças e cataclismas. Jesus veio a nós como uma criança pobre, fraca, indefesa e acolhedora. Nada de ameaça, nada de vingança ou de castigo, mas apenas bondade desarmada e desarmadora, apenas acolhida simples e carinhosa.  Ele nos ensina que para ser grande, ninguém precisa ser forte, violento e ameaçador, para ser importante não precisa aparecer e exibir-se… Ninguém mais do que Ele conseguiu marcar e transformar o mundo pela sua presença, mesmo se Ele nunca teve fortuna, riqueza, arma ou curso superior… nunca teve função política ou cargo mundano.

Mesmo assim – e talvez seja mesmo por causa disso – Ele incomoda; tentamos abafá-lo e enterrá-lo debaixo de um papai Noel barrigudo e mentiroso, debaixo de um montão de presentes e comidas e bebidas. Papai Noel não nos incomoda, não pede mudança de vida nem conversão e a conversão mais difícil e incômoda é nos tornarmos fracos, indefesos e carinhosos como uma criança. Jesus, “Deus conosco” fez antes de nós esta mudança, esta conversão e mais tarde vai nos anunciar que se não nos tornamos semelhantes a crianças não entraremos no reino dos céus. O mundo se esquece das crianças, despreza as crianças, só respeita o violento, o forte e poderoso, o importante, e por isso é tão difícil se converter a ser como criança, porque nos também seremos rejeitados, esquecidos e desvalorizados. Tornar-se criança é desistir de qualquer forma de poder, opressão, coação, dominação e violência; é desistir de competir para ser o mais poderoso, o mais importante, o mais “mais”. Foi isso que Deus fez na noite de Natal. É esse o seu recado mais importante e mais exigente. Se nós O imitamos nesta sua atitude, seremos construtores de um mundo de paz, de amor, de ternura. Toda violência no mundo é fruto do orgulho, da ganância, da vaidade e da prepotência. A conversão se faz no coração de cada um de nós e depende apenas de nós. Por isso, podemos afirmar que a paz neste Natal depende apenas de nós e está em nossas mãos. Feliz Natal para você, faça o Natal dos outros feliz também.

 

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“Quem acolhe um desses menores, em meu nome, a mim me acolhe”, diz o Senhor!

Em Jesus, Deus aprimeirou-SE,

aproximou-SE de nós,

humanizou-SE fazendo-SE um de nós!

Em Jesus, Deus entrou na História Humana,

rompeu SEU  eterno silêncio,

rompeu antigas barreiras para conviver conosco!

N’Ele, a humanidade renasce e se reencontra:

Ele conosco

Nós com Ele

Ele em cada um(a)

E cada um(a) de nós n”Ele e em todos…

sem nenhuma exlusão!

Feliz Natal!